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19 de abr. de 2012

GORDICES EM SÃO PAULO - PARTE 02

Meu marido é um ogro, no sentido simpático da palavra.
É daqueles gordinhos lindos, bem humorados e mortos de fome. =o)
Daí que 03 de abril foi o aniversário dele e como comer é um dos programas favoritos do casal, e aproveitando um cupom do Clickon, fomos jantar no Hannover, um restaurante suíço que minha prima Bia tinha nos indicado como BBB (bom, barato e bastante). Não foi exatamente barato (o cupom dava direito a antepastos + rodízio completo + 1 garrafa de vinho), mas foi bom e bastante!


Consegui a reserva para o dia do aniversário mesmo (foi uma 3a. feira) e mesmo assim a casa estava bem concorrida. Não esperamos quase nada (tipo, 2 minutos para o garçom chegar na recepção e nos levar para a mesa.


Estava escuro e a iluminação era bem fraca, mas dava para perceber que era um ambiente bem gostoso!



E gente, papo sério.
Se um dia forem de casal, peçam uma mesa de 4 lugares.
A comida é muita, farta e o rechaud esquenta pra valer!

O vinho escolhido foi um chileno, o Santa Carolina Cabernet Sauvignon, e em seguida veio o antepasto, que era esse monte de coisa.
Tudo bem gostosinho, mas para ser sincera, hoje e com o conhecimento da casa, teria passado com menos vontade por ele... ;-)


Daí vem essa exuberância.
É muita comida, e nas fotos nem aparece a travessa gigante onde vinha a carne e o frango. Nós dispensamos a picanha (paga-se um extra bem pequeno, acho que R$ 7) e foi a sorte, porque sobrou MUITA coisa!
O fondue de queijo é gostoso, não achei forte como o do Chalezinho (outra casa de fondue famosinha aqui em São Paulo, M-E-G-A-C-A-R-A), e com a textura bem agradável, para o meu gosto não muito refinado estava bem bom. As carnes vinham acompanhadas por potinhos de molho, achei bem OK, nada de muito sensacional. A caipira aqui nem sabia que fondue de carne era para mergulhar nos potinhos e não no queijo, mas ela aprendeu e fará certo das próximas vezes.
Daí veio o ponto alto da refeição (pra mim), o fondue de chocolate... *nham


Mais comida em excesso, pra variar.
Pedimos o de chocolate ao leite - com a promessa de que não era doce demais - e não tivemos do que reclamar. As frutas estavam bem boas - não experimentei a de tangerina porque não sou chegada em frutas cítricas in natura -, não relei no biscoito wafer que acompanhava e até provei o marshmallow com chocolate, mas ficou over. Mas uva, banana, maçã e abacaxi estavam perfeitinhos!

Resumindo: É bom, não é barato (a refeição que comprei no cupom custa, normalmente, quase R$ 300 para duas pessoas) e vem bastante. Parece que no fim de semana pode rolar uma espera, mas durante a semana é bem mais tranquilo (palavra do garçom), o atendimento foi bom, eles sempre fazem promoções em sites de compras coletivas e no perfil deles no Facebook rola sorteios de jantares, cupons de desconto e outras promoções bem bacanas!

SERVIÇO
Restaurante Hannover
Avenida Cotovia, 445
Moema
São Paulo/SP
Tel: (11) 5561-5411
Aberto de março a dezembro, todas as noites a partir das 18:00.

PS: Isto NÃO é um publieditorial, eu fui a esse restaurante mesmo, paguei a conta e saí de lá bem satisfeita!

CAFEZANDO

Quase 15 dias sem dar as caras.
Essas sou eu, meninas. :-(

A real é que pouca coisa nova aconteceu.
Entre as novidades, esta aqui veio morar na minha casa:

Brincadeira, gente.
A Nespresso que eu ganhei foi essa:


Agora em casa virei a louca do café.
Tinha lá uma cafeteira elétrica com jarra térmica que de térmica não tem nada. Aliás, se depararem com ela um dia desses, fujam que é truque. E por incrível que pareça, sei fazer café, mas naquelaaaaaaas... Meu café é ruim pra diabo.
Daí que ganhei a Nespresso (meu irmão comprou uma versão automática e me deu essa, que é manual - ou seja, vc controla a quantidade de café), mais um kit de degustação com cada uma das 16 cápsulas. E vou falar, nas primeiras cápsulas, que iam no olhômetro, eu tive o dom de f* o café da Nespresso. Fiquei muuuito triste com a minha incapacidade de fazer um café decente em qualquer veículo.

Então, a ideia salvadora.
Fui a uma das boutiques (ui) Nespresso e comprei um conjunto de xícaras, que vem duas pequenas e duas grandes. E foi caro, R$ 100 pelo kit com pires coloridos (sendo que pires é um treco que, para mim, só serve para acender vela quando a luz acaba). Mas caray, eu tinha GANHADO uma máquina, o que são R$ 100 em xícaras mais R$ 2,00 por cápsula por um café bom? Então a pessoa pensa o quanto de dinheiro gastou em Melissa e mandou bala.

((Nota: Gentiz, fico pensando. Se eu não tivesse comprado tanta Melissa, não teria gastado esse dinheiro em outros sapatos? Provavelmente não, né? Melissa é vício mesmo, coisa de colecionismo e talz. Blé, devia elocubrar em silêncio))

Agora, falando em Melissa.
Apesar do desencantamento, continuo usando Melissas, porque, né? Tenho ainda milhares de Melissas e poucos sapatos de outros tipos e materiais. Então ainda tenho usado bastante as danadas.
Trabalho em uma revista de arquitetura, decoração e design, e entre os amigues de
trabalho, temos um moço que é uma das pessoas mais estilosas que eu conheço, um cara com um conhecimento de design e materiais fora do comum, o que a gente sabe sobre cores, modelos e coleções de Melissa, ele sabe sobre arte e design. É impressionante mesmo.
Outro dia estávamos conversando, ele olhou minha sapatilha (Ultragirl Bamboo) e disse que era notável o efeito que a Melissa tinha conseguido nesse modelo. Tirei o sapato do pé para ele olhar a impressão de perto, e mais elogios! (fiquei bem surpresa, acho a Bamboo tão basiquinha)
Daí ele começou a falar sobre as parcerias com os arquitetos e designers famosos, acho
u a Wings horrorosa ("eu já sabia", dizia a plaquinha nas minhas mãos), as sapatilhas Campanas bem fraquinhas (!) e a Gaetano Pesce esquisita-interessante. Mas a melhor de todas, para ele, era a Zaha Hadid...


... na qual eu não colocaria meus pés porque acho feia não seguro, mas que ele me provou por meio de imagens que é uma Melissa muito coerente com o trabalho da Zaha Hadid.
Acabei de perguntar para outro jornalista-arquiteto quem ele achava que tinha criado essa Melissa e ele cravou, na hora: "Só pode ser a Zaha". Segundo ele, o gênio da Zaha está no profundo domínio sobre a engenharia e a tecnologia, e seu casamento perfeito com o design, que fica bem claro nesse modelo. Preciso falar que ele também amou essa Melissa?

E vocês, o que acham da Zaha Hadid e da Melissa dela?

PS: Isto NÃO é um publieditorial. Ganhei a Nespresso USADA do meu irmão.

26 de mar. de 2012

GORDICES EM SÃO PAULO - PARTE 01


Se um dia vocês, fãs de comida japonesa, estiverem passando pela Raposo Tavares, vale a pena dar uma paradinha num restaurante chamado MADAI.


Descobri esse restaurante há uns 5 anos. Já morava no Butantã fazia uns 2 anos e corria para Moema ou para a Liberdade quando queria comer japa como se não houvesse amanhã. Só que um belo dia, no retorno da Av. São Camilo (Granja Viana), ao lado do Habib's, vimos um restô japa e resolvemos experimentar. E foi uma decisão mega sábia!

O festival é muito farto.
Sempre dispenso as coisas que não são tão legais assim e ocupam muito espaço no estômago (tipo tempurá, harumaki, yakissoba) e vou ao que interessa: os temakis fartos, com alga crocante, o shimeji delicia, só na manteiga e cebolinha, sequinho, e o combinado com sushis bem feitos e peixes cortados na largura perfeita. E esses tais peixes são um capítulo à parte: estão sempre tão frescos, tão gostosos que dá vontade de ir comer lá todos os dias. E para arrematar, tem uma sobremezinha digna inclusa, como sorvete ou banana flambada com sorvete!



O único porém é aquele dos restaurantes japoneses em geral: o preço. O festival do Madai custa R$ 47,90 por pessoa. Mas eu agarantcho: vale DEMAIS a pena!
Estive lá no último sábado, para o jantarzinho de aniversário delícia com o maridón. Saí rolando e feliz! :-)

((Estou bem íntima, o que tá me dando nas ideias contar para vocês, tô contando))

PS: Isto NÃO é um publieditorial, eu frequento esse restaurante mesmo e indico para todo mundo que vem passear pelos meus lados.

16 de mar. de 2012

MASSAGEM (NO EGO)

Meu marido é um cara muito fofo!
Quando saio tarde do trabalho, quase sempre ele vem me buscar (nos dias normais vou embora de trem, porque o trânsito de São Paulo já deu no saco), depois de trabalhar que nem um escravo o dia todo.
Só que por conta disso, ele é um cara cansado.
Ele trabalha com manutenção e fica o dia todo atrás de mil coisas que aparecem quando você tem todo um sistema para conservar e consertar. Daí ele chega em casa morto. E além disso, ele é um gordinho (lindo), sente mil dores nas pernas e nos pés por conta de todo esse movimento sensual.

Tudo isso para contar que adquiri um óleo de banho que também pode ser usado para massagens.

Usei TRÊS gotas em cada perna (e a perna dele é comprida e grossa *ui), podia ter usado duas que dava. O óleo não deixa a pele empapuçada, tem uma textura mais densa (ele , muito confortável e ajuda muito a deslizar as mãos pela pele sem puxar pelos (nós não temos, mas eles têm, né?).
O cheirinho é uma delícia, eu que não fui massageada achei bem relaxante e minha mão tá bem maciazinha hoje. Vou testar ainda com massagem nos (meus) pés, se for megaglorioso conto pra vcs depois! :-)
O meu veio da Cosme-de por R$ 39 (frete grátis), mas no Brasil o frasco de 100 ml custa R$ 58 nas lojas física e online da L'Occitane. Pode parecer pequetito, mas para massagear uma perna gigante eu usei três míseras gotas!

Ah sim.
A massagem no ego foi ele me dizendo que comigo ele sempre tem um final perfeito para um dia bosta. #muitamô #fofoaténãopodermais